“Cada livro, cada página, frase ou palavra é uma chave para o conhecimento. Portanto, estimular alguém a exercer o prazer de ler é estimulá-lo a se emocionar e a descobrir novas idéias.”
(Martinéz, 1998)
O que é ler?
Ler é uma atividade significativa e essencial ao ser humano. O ato de ler permite a pessoa criar e recriar situações corriqueiras, que, quando passadas para o papel em forma de escrita, contemplam toda a sua grandeza e significado no aprendizado.
A leitura proporciona momento em que se descobre a beleza de poder adentrar em mundos diferentes como um passe de mágica, deixando um pé no mundo real e o outro no mundo da ficção.
Ler é exercitar os olhos e a mente, a memória e a imaginação, a nossa capacidade de falar e escrever.
A leitura é um meio que deve nos permitir fazer algo concreto.
Para que ler?
É interessante ler para obter uma informação precisa, ou seja, quando pretendemos localizar algum dado que nos interessa.
Também, ler para seguir instruções, seja para obter as instruções de um jogo, as regras de uso de um determinado aparelho, a receita de uma torta, as orientações para participar de uma oficina de experiências, etc.
Ler para obter uma informação de caráter geral. Esta leitura fazemos quando queremos saber de que trata um texto, saber o que acontece, ver se interessa continuar lendo.Lemos pra aprender quando a finalidade consiste de forma explícita em ampliar os conhecimentos de que dispomos a partir da leitura de um texto determinado.
São vários os motivos que nos leva a ler, mas digo, que ler somente, não será suficiente para atender as necessidades do próprio individuo, pois o que mais interessa é a interpretação do que é lido.
Só quando há compreensão dentro de um contexto e uma clara interpretação do que foi lido, aí, sim, podemos considerar que houve uma leitura e que estamos diante de uma leitor de verdade.
terça-feira, 8 de junho de 2010
GEAC-Diário de Ciclo
Os cinco sentidos- Tato
É pelo toque que temos as sensações de frio, quente, seco, molhado, percebemos as texturas, formas, volumes e até testamos o coração. O toque nos faz sentir o tato, um dos cinco sentidos humanos, que tem a pele, o maior órgão do corpo, como responsável. O tato tem um caráter de proximidade, por isso desperta tanto sensações físicas como emocionais.
Pensando nisto, é que resolvi observar minhas atitudes, meus atos e tatos durante este dia em relação a tudo que viesse fazer que envolvesse o uso deste sentido durante este dia.
O dia foi proposital para minha narração, pois sabia que neste dia teria muitas coisas para relatar.
Hoje, domingo nove de março de dois mil e dez, comemoramos o dia das mães. Uma data tão especial, apesar de todos os dias serem dia das mães. Mas, parece que neste dia, a magia toma conta de todos e procuramos dar o melhor que temos de nós, para fazer com que este dia seja realmente mágico.
Para uns é dia de festa, enquanto para outros é de melancolia e tristezas pelas perdas e desencontros que esta vida nos proporciona.
A utilização deste sentido neste dia especial começou logo cedinho, ao despertar para mais um dia, onde juntando minhas mãos, pude agradecer a Deus por nos ter proporcionado a graça de estarmos vivos e com saúde. Depois, sua utilização foi para fazer a higiene íntima. Logo após, comecei a preparar um bolo de milho e um sanduíche gratinado, pois havíamos combinado de fazermos um café da manhã entre família e cada integrante da família ficou responsável de prepara uma espécie de comida.
É interessante relatar o tipo de comida que preparei, porque aí que entra a utilização do tato, pois sem ele, ficaria impossível desenvolver esta atividade.
Para começar a utilizar este sentido, precisei pegar as receitas, separar os ingredientes e depois preparar os alimentos. Ao preparar o sanduíche, quando misturei os ingredientes, pude sentir suas diferentes texturas. Logo após estarem preparados, ao tirá-los do forno, pude senti a sensação térmica, procurando ter cuidado para não me queimar. Posso dizer que o cheirinho e o gosto estavam maravilhosos.
Durante este dia, outras coisas me levaram a usar o tato, entre elas, a ajuda no preparo do almoço e sobremesas. Mas o que mais gostei, foi quando recebi vários abraços de felicitações pelo dia das mães e principalmente, quando minha filha abraçou-me carinhosamente e entregou-me um rosa. Neste momento, não teve como usar somente um dos sentidos, mas sim, usar os cincos.
É pelo toque que temos as sensações de frio, quente, seco, molhado, percebemos as texturas, formas, volumes e até testamos o coração. O toque nos faz sentir o tato, um dos cinco sentidos humanos, que tem a pele, o maior órgão do corpo, como responsável. O tato tem um caráter de proximidade, por isso desperta tanto sensações físicas como emocionais.
Pensando nisto, é que resolvi observar minhas atitudes, meus atos e tatos durante este dia em relação a tudo que viesse fazer que envolvesse o uso deste sentido durante este dia.
O dia foi proposital para minha narração, pois sabia que neste dia teria muitas coisas para relatar.
Hoje, domingo nove de março de dois mil e dez, comemoramos o dia das mães. Uma data tão especial, apesar de todos os dias serem dia das mães. Mas, parece que neste dia, a magia toma conta de todos e procuramos dar o melhor que temos de nós, para fazer com que este dia seja realmente mágico.
Para uns é dia de festa, enquanto para outros é de melancolia e tristezas pelas perdas e desencontros que esta vida nos proporciona.
A utilização deste sentido neste dia especial começou logo cedinho, ao despertar para mais um dia, onde juntando minhas mãos, pude agradecer a Deus por nos ter proporcionado a graça de estarmos vivos e com saúde. Depois, sua utilização foi para fazer a higiene íntima. Logo após, comecei a preparar um bolo de milho e um sanduíche gratinado, pois havíamos combinado de fazermos um café da manhã entre família e cada integrante da família ficou responsável de prepara uma espécie de comida.
É interessante relatar o tipo de comida que preparei, porque aí que entra a utilização do tato, pois sem ele, ficaria impossível desenvolver esta atividade.
Para começar a utilizar este sentido, precisei pegar as receitas, separar os ingredientes e depois preparar os alimentos. Ao preparar o sanduíche, quando misturei os ingredientes, pude sentir suas diferentes texturas. Logo após estarem preparados, ao tirá-los do forno, pude senti a sensação térmica, procurando ter cuidado para não me queimar. Posso dizer que o cheirinho e o gosto estavam maravilhosos.
Durante este dia, outras coisas me levaram a usar o tato, entre elas, a ajuda no preparo do almoço e sobremesas. Mas o que mais gostei, foi quando recebi vários abraços de felicitações pelo dia das mães e principalmente, quando minha filha abraçou-me carinhosamente e entregou-me um rosa. Neste momento, não teve como usar somente um dos sentidos, mas sim, usar os cincos.
Políticas Públicas na Educação Infantil
O lugar da infância e da educação Infantil na contemporaneidade
Segundo Ariès (1975), sabe-se que até por volta do século XII havia um descobrimento da infância, pois a criança era encarada não só como um ser de pouca idade, mas, também, como se houvesse um padrão médio, único e abstrato de comportamento infantil no qual ela pudesse se encaixar.
A realidade atual tem mostrado que não há mais a preocupação com uma criança padrão, mas com a infância dentro de um contexto cultural, social, político e econômico do qual a criança é parte integrante, merecendo, portanto atenção e cuidado.
É, certamente, cuidando da infância que poderemos, entre outras coisas, reduzir a pobreza, diminuir a violência e a marginalidade, respeitar a diversidade e melhorar o bem-estar e a qualidade de vida das crianças e de suas famílias.
Portanto, viver a infância é direito de todas as crianças, e a infância é entendida como condição indispensável para que as crianças exerçam uma cidadania consciente e refletida, que possa servir de base para um mundo melhor.
Hoje é preciso pensar na infância como algo dinâmico, que se constrói continuamente dentro do contexto socioeconômico e político e que deve ser objeto de políticas públicas sérias e adequadas à realidade, não podendo mais partir de educação compensatória.
Um dos componentes fundamentais que podemos pensar enquanto política pública é o brincar, que se constitui em um dos direitos das crianças. Brincar faz parte da educação do ser humano. Através do brincar as crianças aprendem a cultura dos mais velhos, se inserem nos grupos e conhecem o mundo que está ao seu redor.
Segundo Delors (2003), para se viver neste novo século e favorecer o desenvolvimento contínuo de cada ser humano, a educação deve estar assentada sobre quatro grandes pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.
Para que isso ocorra, é preciso que ela possa aprender a conhecer, exercitando tanto a atenção quanto a memória e o pensamento, o que mostra que o conhecimento não é algo finito, mas inacabado, e que, portanto, se enriquece com qualquer experiência.
É brincando que a criança expressa vontades e desejos construídos ao longo de sua vida, ao mesmo tempo em que interage no mundo em que vive e se integra na cultura de sua época.
Podemos observar que os pais não têm tempo suficiente para participar das brincadeiras de seus filhos ou ensinar as atividades lúdicas de outrora, além das crianças possuírem agendas preenchidas e os espaços para o lazer infantil foram diminuindo. Desta forma, o lúdico passa a ser transmitido nas escolas. Pensando nisto, o brincar deveria ser o critério essencial nos currículos na educação infantil.
No entanto, a maioria das escolas de educação infantil preocupa-se mais em ensinar conteúdos às crianças. Além de que, alguns professores não estão preparados adequadamente ou não dão maior importância ao brincar, especialmente no que diz respeito às atividades motoras, há um desconhecimento por parte dos docentes, do que as crianças devem desenvolver. No entanto, o professor deve ir além da posição de observador ou de considerar a recreação um simples intervalo do seu trabalho, sem nenhuma preocupação educativa.
Formação do professor de Educação Infantil: limites e possibilidades
O professor de Educação Infantil tem que ser reflexivo, vivenciar pesquisa no cotidiano de formação, ter atitude de inovar e construir uma prática transformadora deve garantir para a criança o direito de aprender e de se desenvolver, através de situações didáticas eficazes, inclusive para as crianças que estão na creche e nas escolas de educação infantil. Nesse caso desconsidera que a aprendizagem e o ensino de conteúdos não são “objetivo” final da educação da criança pequena
No entanto, deve-se ter em mente que a simples formação oficial não pode e nem deve ser vista como a única exigência para se tornar professor de creche ou pré-escola. Sabemos que muitas vezes a prática nos ensina mais que a teoria. Mas a questão, além de uma formação oficial, deve ser entendida como qualificação para aqueles que desejam atuar no cuidado e na educação de crianças. Devemos olhar para a “exigência” da formação do ponto de vista de direito: pois é um direito dos profissionais, assim como é um direito das crianças.
Para a construção de um novo olhar sobre a formação precisamos refletir sobre algumas questões, entre elas destacamos: quem são os sujeitos da formação; que lugar o trabalho de educar crianças ocupa em suas vidas; de onde vêm; quais são suas histórias e suas demandas; o que conhecem a respeito de como educar e cuidar de crianças pequenas; o que deve ser imprescindível para a construção de uma política de formação de professores; o que significa ser professor de Educação Infantil; quais valores e qualidade entendemos que são importantes para esse profissional; como esses profissionais vêem e compreendem a infância?
Podemos relacionar alguns pontos, sem, no entanto, estabelecer uma hierarquia, pois devem ser percebidos como partes de um todo, qualidades essenciais para trabalhar na Educação Infantil:
Pesquisadores com pensamento crítico;
Colaboradores no processo de formação de significados, identidades e valores;
Possibilitadores de ações criativas, inclusive de suas próprias;
Profissionais curiosos, atentos, comprometidos e democráticos;
Com certeza ainda temos grandes desafios pela frente na formação de professores da educação Infantil.
Além disso, é preciso com urgência discutir os problemas de identidade desses professores, que são profissionais da educação e como tais devem ser
respeitados e valorizados.
.
Referências:
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2. Ed. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico, 1975 apud Carneiro, Maria Angela Barbato, Dodge, Janine J. A descoberta do brincar. São Paulo: Editora Melhoramentos?Editora Boa Companhia, 2007,pg 25
DELORS,Rheta; KAMII, Constance. Jogos em grupos na educação infantil: implicações da teoria de Piaget, São Paulo: Trajetória Cultural, 1991 apud Carneiro, Maria Angela Barbato, Dodge, Janine J. A descoberta do brincar. São Paulo: Editora Melhoramentos/Editora Boa Companhia, 2007,pg 25
Segundo Ariès (1975), sabe-se que até por volta do século XII havia um descobrimento da infância, pois a criança era encarada não só como um ser de pouca idade, mas, também, como se houvesse um padrão médio, único e abstrato de comportamento infantil no qual ela pudesse se encaixar.
A realidade atual tem mostrado que não há mais a preocupação com uma criança padrão, mas com a infância dentro de um contexto cultural, social, político e econômico do qual a criança é parte integrante, merecendo, portanto atenção e cuidado.
É, certamente, cuidando da infância que poderemos, entre outras coisas, reduzir a pobreza, diminuir a violência e a marginalidade, respeitar a diversidade e melhorar o bem-estar e a qualidade de vida das crianças e de suas famílias.
Portanto, viver a infância é direito de todas as crianças, e a infância é entendida como condição indispensável para que as crianças exerçam uma cidadania consciente e refletida, que possa servir de base para um mundo melhor.
Hoje é preciso pensar na infância como algo dinâmico, que se constrói continuamente dentro do contexto socioeconômico e político e que deve ser objeto de políticas públicas sérias e adequadas à realidade, não podendo mais partir de educação compensatória.
Um dos componentes fundamentais que podemos pensar enquanto política pública é o brincar, que se constitui em um dos direitos das crianças. Brincar faz parte da educação do ser humano. Através do brincar as crianças aprendem a cultura dos mais velhos, se inserem nos grupos e conhecem o mundo que está ao seu redor.
Segundo Delors (2003), para se viver neste novo século e favorecer o desenvolvimento contínuo de cada ser humano, a educação deve estar assentada sobre quatro grandes pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.
Para que isso ocorra, é preciso que ela possa aprender a conhecer, exercitando tanto a atenção quanto a memória e o pensamento, o que mostra que o conhecimento não é algo finito, mas inacabado, e que, portanto, se enriquece com qualquer experiência.
É brincando que a criança expressa vontades e desejos construídos ao longo de sua vida, ao mesmo tempo em que interage no mundo em que vive e se integra na cultura de sua época.
Podemos observar que os pais não têm tempo suficiente para participar das brincadeiras de seus filhos ou ensinar as atividades lúdicas de outrora, além das crianças possuírem agendas preenchidas e os espaços para o lazer infantil foram diminuindo. Desta forma, o lúdico passa a ser transmitido nas escolas. Pensando nisto, o brincar deveria ser o critério essencial nos currículos na educação infantil.
No entanto, a maioria das escolas de educação infantil preocupa-se mais em ensinar conteúdos às crianças. Além de que, alguns professores não estão preparados adequadamente ou não dão maior importância ao brincar, especialmente no que diz respeito às atividades motoras, há um desconhecimento por parte dos docentes, do que as crianças devem desenvolver. No entanto, o professor deve ir além da posição de observador ou de considerar a recreação um simples intervalo do seu trabalho, sem nenhuma preocupação educativa.
Formação do professor de Educação Infantil: limites e possibilidades
O professor de Educação Infantil tem que ser reflexivo, vivenciar pesquisa no cotidiano de formação, ter atitude de inovar e construir uma prática transformadora deve garantir para a criança o direito de aprender e de se desenvolver, através de situações didáticas eficazes, inclusive para as crianças que estão na creche e nas escolas de educação infantil. Nesse caso desconsidera que a aprendizagem e o ensino de conteúdos não são “objetivo” final da educação da criança pequena
No entanto, deve-se ter em mente que a simples formação oficial não pode e nem deve ser vista como a única exigência para se tornar professor de creche ou pré-escola. Sabemos que muitas vezes a prática nos ensina mais que a teoria. Mas a questão, além de uma formação oficial, deve ser entendida como qualificação para aqueles que desejam atuar no cuidado e na educação de crianças. Devemos olhar para a “exigência” da formação do ponto de vista de direito: pois é um direito dos profissionais, assim como é um direito das crianças.
Para a construção de um novo olhar sobre a formação precisamos refletir sobre algumas questões, entre elas destacamos: quem são os sujeitos da formação; que lugar o trabalho de educar crianças ocupa em suas vidas; de onde vêm; quais são suas histórias e suas demandas; o que conhecem a respeito de como educar e cuidar de crianças pequenas; o que deve ser imprescindível para a construção de uma política de formação de professores; o que significa ser professor de Educação Infantil; quais valores e qualidade entendemos que são importantes para esse profissional; como esses profissionais vêem e compreendem a infância?
Podemos relacionar alguns pontos, sem, no entanto, estabelecer uma hierarquia, pois devem ser percebidos como partes de um todo, qualidades essenciais para trabalhar na Educação Infantil:
Pesquisadores com pensamento crítico;
Colaboradores no processo de formação de significados, identidades e valores;
Possibilitadores de ações criativas, inclusive de suas próprias;
Profissionais curiosos, atentos, comprometidos e democráticos;
Com certeza ainda temos grandes desafios pela frente na formação de professores da educação Infantil.
Além disso, é preciso com urgência discutir os problemas de identidade desses professores, que são profissionais da educação e como tais devem ser
respeitados e valorizados.
.
Referências:
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2. Ed. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico, 1975 apud Carneiro, Maria Angela Barbato, Dodge, Janine J. A descoberta do brincar. São Paulo: Editora Melhoramentos?Editora Boa Companhia, 2007,pg 25
DELORS,Rheta; KAMII, Constance. Jogos em grupos na educação infantil: implicações da teoria de Piaget, São Paulo: Trajetória Cultural, 1991 apud Carneiro, Maria Angela Barbato, Dodge, Janine J. A descoberta do brincar. São Paulo: Editora Melhoramentos/Editora Boa Companhia, 2007,pg 25
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
PRODUÇÃO LIVRE
HORÓSCOPO
BONILLA
12/08 À 16/11
Se você é uma pessoa calma, prepare-se para mudanças radicais. Absorverá muitas informações sobre manutenção, inclusão digital e áudio.
Mas preste atenção, você não pode deixar de participar dos ambientes de interação como: lista de discussão, moodle e blogger.
DICA: Para que seus estudos fluem bem e sua vida particular não seja afetada, aproveite o feriadão para amar de montão!
PAULINHA
09/10 À 20/11
A passagem da Palavra na sua vida proporcionará muitas mudanças em relação aos seus estudos.
DICA: Aproveite para ler muito e criar gosto pelos gêneros textuais.
Se você está só, há boas chances de conhecer uma Palavra ou Gênero especial que mudará sua vida.
Dê asas a sua imaginação
MARGÔ
11/08 À 01/12
Durante este período muitos mitos povoarão sua mente, trazendo excelentes aventuras, aprendizagens, gargalhadas e gosto pela leitura.
DICA: Aproveite que a Deusa Atenas (Deusa da Sabedoria) está passeando por este espaço de aprendizagens e curta bem esta viagem do livro Odisséia de Homero.
JOSY
14/10 À 02/12
Você é daquelas pessoas que andam muito preocupadas com a escrita do Diário de Ciclo. Não se preocupe porque muitas mudanças ocorrerão durante os Encontros de Orientação. Nestes encontros, você tirará suas dúvidas referentes às normas ortográficas, ABNT, citações e muitas outras coisas que ajudarão você a avançar em suas escritas.
DICA: Procure demonstrar claramente tudo que sente em relação as suas dificuldades e com certeza encontrará uma boa orientação.
GIOVANA ZEN
04/09 Á 31/10
Tudo que representa mudanças nos métodos de alfabetização farão você refletir muito em relação à forma que as crianças aprendem a ler e escrever. Desta forma, sua prática pedagógica certamente não será mais a mesma.
DICA: Aproveite esta Atividade de Alfabetização para fazer com que seus alunos avancem nas hipóteses de escrita e nas propriedades da leitura.
ROSANA
12/08 À 28/11
As viagens estarão bastante favorecidas com esta atividade. Conhecerá muitos lugares e pessoas, além de ficar por dentro de como se produz um filme.
Ficção e realidade estarão presentes em todos os momentos.
DICA: Se você pensa em se inscrever em algum GECI no ciclo IV, aproveite para participar do Cine contexto para favorecer mais as discussões quando for assistir ao filme.
BONILLA
12/08 À 16/11
Se você é uma pessoa calma, prepare-se para mudanças radicais. Absorverá muitas informações sobre manutenção, inclusão digital e áudio.
Mas preste atenção, você não pode deixar de participar dos ambientes de interação como: lista de discussão, moodle e blogger.
DICA: Para que seus estudos fluem bem e sua vida particular não seja afetada, aproveite o feriadão para amar de montão!
PAULINHA
09/10 À 20/11
A passagem da Palavra na sua vida proporcionará muitas mudanças em relação aos seus estudos.
DICA: Aproveite para ler muito e criar gosto pelos gêneros textuais.
Se você está só, há boas chances de conhecer uma Palavra ou Gênero especial que mudará sua vida.
Dê asas a sua imaginação
MARGÔ
11/08 À 01/12
Durante este período muitos mitos povoarão sua mente, trazendo excelentes aventuras, aprendizagens, gargalhadas e gosto pela leitura.
DICA: Aproveite que a Deusa Atenas (Deusa da Sabedoria) está passeando por este espaço de aprendizagens e curta bem esta viagem do livro Odisséia de Homero.
JOSY
14/10 À 02/12
Você é daquelas pessoas que andam muito preocupadas com a escrita do Diário de Ciclo. Não se preocupe porque muitas mudanças ocorrerão durante os Encontros de Orientação. Nestes encontros, você tirará suas dúvidas referentes às normas ortográficas, ABNT, citações e muitas outras coisas que ajudarão você a avançar em suas escritas.
DICA: Procure demonstrar claramente tudo que sente em relação as suas dificuldades e com certeza encontrará uma boa orientação.
GIOVANA ZEN
04/09 Á 31/10
Tudo que representa mudanças nos métodos de alfabetização farão você refletir muito em relação à forma que as crianças aprendem a ler e escrever. Desta forma, sua prática pedagógica certamente não será mais a mesma.
DICA: Aproveite esta Atividade de Alfabetização para fazer com que seus alunos avancem nas hipóteses de escrita e nas propriedades da leitura.
ROSANA
12/08 À 28/11
As viagens estarão bastante favorecidas com esta atividade. Conhecerá muitos lugares e pessoas, além de ficar por dentro de como se produz um filme.
Ficção e realidade estarão presentes em todos os momentos.
DICA: Se você pensa em se inscrever em algum GECI no ciclo IV, aproveite para participar do Cine contexto para favorecer mais as discussões quando for assistir ao filme.
ATIVIDADE- ARTE E PRÁTICAS CORPORAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
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A Importância Educacional e o Vigor Pedagógico inerente à obra de arte
A expressão corporal enquanto meio educativo apresenta o aluno como agente de transformação, proporcionando o desenvolvimento e a melhoria da comunicação interpessoal, além de explorar a espontaneidade, a naturalidade, a criatividade e a imaginação. Todos esses estímulos levam à sensibilização e à formação da consciência corporal. A expressão corporal estimula ainda a percepção, a atenção a autonomia corporal, a melhoria e o desenvolvimento dos aspectos físicos, motores,sociais,cognitivos e afetivos.
Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil o ensino da arte deve primar pela contextualização da realidade cultural, social,econômico,deve levar em conta o nível de desenvolvimento motor, a faixa etária, as experiências e as histórias de vida dos alunos.
As artes visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia,e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso(gravetos, pedras,carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança, pode utilizar-se das artes visuais para expressar experiências sensíveis. Tal como a música, as artes visuais são linguagens e, portanto,uma das formas importantes de expressão e comunicação humanas, o que, por si só, justifica sua presença no contexto da educação, de um modo geral.
Assim é bastante enriquecedor solicitar que as crianças levem para a escola, por exemplo, elementos que se refiram a um determinado assunto de arte a ser trabalhado. O professor também deverá fazê-lo. Dessa, maneira havendo interesse em trabalhar a percepção das formas e seus elementos (como textura, cores), pode se colecionar da natureza folha, flores, gravetos, pedras e etc. Ou de materiais produzidos pelo homem como tecidos, pedaços de papéis, rótulos, embalagens , fotografias, ilustrações, objetos de uso cotidiano, sons, canções e outros, que serão reunidos na classe como material auxiliar para as aulas de artes.
O teatro na educação escolar possibilita trabalhar a relação consigo mesmo e com o outro, o uso da voz, a interpretação do texto e a comunicação verbal ou corporal de uma mensagem. Trata-se de uma comunicação artística que exige a presença de quem atua, de forma completa: corpo, fala e gesto.
É de fundamental importância que o professor possua o conhecimento da linguagem teatral bem como o objetivo do que será trabalhado com os alunos, entendendo que o teatro desenvolve as capacidades artísticas e expressivas, o exercício das relações de cooperação, diálogo, respeito mútuo, e flexibilidade de aceitação das diferenças.
O teatro compreende um espaço que possibilita a fala acerca de diversos temas presentes no cotidiano e este espaço de fala possibilita aos alunos que participa dessas ações, ocupar um território livre no qual as ideias, personalidades e olhares, podem ser expostos, sem acarretar punições comuns na vida real, por conta do distanciamento entre a ficção e a realidade.
Esta situação desenvolve uma reflexão crítica acerca do movimento vivido pelos alunos, provocando-os para pensar sobre novas possibilidades de transformação pessoal e na sociedade.
A Arte e a Lucudidade no processo educativo da Educação infantil
O brincar é sem dúvida um meio pelo qual os seres humanos e os animais exploram uma variedades de experiências em diferentes situações, para diversos propósitos. Ao brincar a criança diferencia vários papéis e se faz presente sobre tudo no faz de conta, quando as crianças brincam como se fossem o pai, a mãe, o filhinho, o médico, o paciente, heróis e vilões etc., imitando e recriando personagens observados ou imaginados nas suas vivências. Ao brincar de faz de conta, as crianças buscam imitar, representar e comunicar de uma forma específica que uma coisa pode ser outra, que uma pessoa pode ser uma personagem, que uma criança pode ser um objeto ou um animal, e que um lugar “faz de conta” que é outro.
Através de uma brincadeira de criança, podemos compreender como ela vê e constrói o mundo- o que ela gostaria que ele fosse quais suas preocupações e que problemas a estão assediando. Pela brincadeira, ela expressa o que teria dificuldade de colocar em palavras.
Nenhuma criança brinca só para passar o tempo, sua escolha é motivada por processos íntimos, desejos, problemas, ansiedades. O que está acontecendo com a mente da criança determina suas atividades lúdicas; brincar é sua linguagem secreta, que devemos respeitar mesmo se não a entendemos (BETTELHEIM, citado por ZACHARIAS, 2008, p. 04).
Brincar é assim, um espaço no qual se pode observar a coordenação das experiências prévias das crianças e aquilo que os objetos manipulados sugerem ou provocam no momento presente.
Brincar é mais que aprender para as crianças, o brincar e o jogar são maneiras de aprender e se desenvolver. Não importa que não saibam disso, ao fazer essas atividades, elas vivenciam experiências fundamentais para seu desenvolvimento. Através dos jogos favorecem o domínio de comunicação nas suas várias formas, facilitando a auto-expressão. Encoraja o desenvolvimento intelectual por meio do exercício da atenção, pelo uso progressivo de processos mentais mais complexos, como a comparação e discriminação.
O brincar é um meio efetivo para estimular o desenvolvimento da linguagem e a inovação no uso da linguagem, especialmente em relação ao esclarecimento de novas palavras e conceitos. O brincar é uma ferramenta rica que o professor tem em mãos para estimular a atividade construtiva da criança.
É interessante também que o professor :
a) Providencie um ambiente adequado para a brincadeira. Cabe-lhe organizar os espaços em aula de modo a permitir as diferentes brincadeiras;
b) Selecionar materiais adequados. O professor precisa estar atento à idade a as necessidades de seus alunos para selecionar e deixar a disposição materiais e brinquedos adequados;
c) Permitir a repetição das brincadeiras. As crianças sentem grande prazer em repetir brincadeiras que já conhecem e manejam bem;
d) Enriquecer e valorizar as brincadeiras realizadas pelas crianças. Valorizar as atividades das crianças, interessando-se por elas, animando-as pelo esforço. Quando só o professor é que seleciona as brincadeiras, as crianças perdem o interesse e ficam limitadas na sua criatividade. É importante e bom o educador diversificar, mas também deixar os alunos livre para brincar;
e) Ajudar a resolver conflitos. É natural acontecerem conflitos nas brincadeiras coletivas, mas é importante que o professor auxilie no processo de negociação entre as crianças, incentivando a resolverem suas diferenças autonomamente, contribuindo assim, para o seu crescimento humano;
f) Respeitar as preferências de cada criança. O professor pode enriquecer suas brincadeiras, mas nunca reprimir suas preferências.
Nas brincadeiras coordenadas, o papel do professor deve ser o de mediador,proporcionando a socialização do grupo, a integração e participação das pessoas envolvidas, favorecendo atitudes de respeito, aceitação, confiança e conhecimento mais amplo da realidade social e cultural. Além de oportunizar situações de aprendizagens específicas e aquisição de novos conhecimentos, dando condições para que a criança explore diferentes materiais, objetos e brinquedos. É importante que o professor planeje os objetivos que quer atingir, bem como o tempo e o espaço que a brincadeira deve acontecer.
Trabalho apresentado a atividade de Arte e Práticas Corporais na Educação Infantil, sob a orientação da profª Cilene Nascimento Canda.
CURSISTAS: ALAIDES NASCIMENTO NUNES PEREIRA, ELIZABETE RODRIGUES NOVAIS, MARILEIDE MARTINS LIMA, MARCÉLIA CLÁUDIA BATISTA MATOS E NAURA CÉLIA SANTOS SILVA
REFERÊNCIAS:
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação infantil.Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental -Brasília: MEC/ SEF, 1998.
CARNEIRO, Maria Angela Barbato. A descoberta do brincar/ Maria Angela Barbato e Janine J. Dodge. São Paulo: Editora Melhoramentos/ Editora Boa Companhia. 2007.
13/12/2009
http://www.artenaescola.org.br/pesquisa_artigos_textos.php?id_m87.> Acesso no dia 13/12/2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
GEAC-ANTONIO GRAMSCI
A questão da educação, em Gramsci, insere-se no contexto mais amplo de instituição da política e de consolidação de um modelo de civilização. Desse modo, qualquer Estado possui uma função educadora, à medida que orienta e adapta os indivíduos a uma determinada estrutura social. A leitura de Gramsci oferece os pressupostos para refletir sobre um novo modelo de escola democrática geradora da possibilidade de participação política efetiva de todos no conjunto da estrutura política da sociedade.
Embora Gramsci reflita com um referencial histórico da sociedade capitalista de 1920, cenário no qual as classes trabalhadoras precisavam elaborar uma consciência crítica a partir de sua realidade e de sua ação para levar avante o projeto socialista, suas reflexões continuam atuais à medida que mostram os limites da democracia burguesa e ampliam a noção de educação, colocando em questão a atividade educativa desenvolvida no âmbito da sociedade capitalista.
A luta por um novo projeto social constitui-se, para Gramsci, na gestação de um novo Estado que, atuando um novo processo de educação, poderia gerar condições de uma nova experiência de escola democrática, não mais enraizada na individualidade nem na propriedade privada, mas construída por novas relações coletivas de solidariedade e de consciência crítica, a fim de viabilizar a efetiva liberdade de cada um no conjunto da vida coletiva.
A originalidade de seu pensamento faz dele um dos grandes intelectuais do nosso tempo. E seus escritos apresentam-se hoje como uma contribuição inovadora para a compreensão da estrutura do Estado e da escola democrática.
Podemos criticar a escola realmente existente, mas temos excelentes motivos para dedicar a ela o melhor de nossos esforços e convertê-la numa causa ampla, generosa, democrática. Se soubermos partir da escola que está aí, em vez de descartá-la como sendo um projeto hegemônico das classes dominantes, se soubermos escapar definitivamente da idéia de que uma boa escola — uma escola de qualidade, democrática, de massas, universal, pública e gratuita, ou seja, só virá depois que tivermos uma boa sociedade, certamente teremos como reformar a escola.
No Brasil, antes de tudo, precisamos reformar a escola e o sistema educacional, tanto quanto precisamos de novas políticas para a educação. Estamos convencidos de que devemos dar mais espaço na escola para professores e alunos, estimular o controle democrático da escola pela comunidade, melhorar a gestão escolar, tornar a escola — e aqui particularmente a escola pública — um valor nacional, brigar para modificar o peso relativo da política educacional diante das demais políticas governamentais.
A HISTÓRIA DE ANTONIO GRAMSCI
Antonio Gramsci nasceu em Ales, na ilha da Sardenha em 22 de janeiro de 1891. Aos dois anos foi vítima de uma doença que o deixou corcunda e prejudicou seu crescimento.
Quando adulto, não media mais de 1,50 metros e sua saúde sempre foi
frágil.
Ajudou a fundar o partido comunista italiano em 1921. Foi um político,
filósofo e cientista político, comunista e anti-fascista italiano. Estudou literatura na Universidade de Turim. Tornou-se um notável jornalista.
A maior parte de suas obras foi criada na prisão e só veio a público depois de sua morte.
Ficou preso durante vinte anos e nesse período de seu encarceramento
Gramsci escreveu as Cartas do Cárcere, onde concebe as bases de seu pensamento político.
Em 1934 sua saúde estava seriamente abalada. Recebe a liberdade condicional e falece aos 46 anos.
Gramsci introduziu na Itália o marxismo investigativo contrapondo-o ao marxismo didascálico ou doutrinário.
O conceito de hegemonia é um dos pilares do pensamento gramsciano, ou seja,Hegemonia Cultural, que é o meio de manipulação do estado capitalista.
Houve uma crescente divulgação e prestígio dos textos gramscianos aos dias de hoje e que denominamos como socialismo investigativo: Gramsci, Vygotski e o Instituto de Psicologia de Moscou.
Gramsci situa a hegemonia numa disputa no nível da superestrutura, que dá sentido a duas idéias gramscianas: a idéia da sociedade política, que exerce a hegemonia através da coerção; e a idéia da sociedade civil (grupos sociais como associações, sindicatos),que formam alianças entre si em busca da hegemonia, da direção intelectual e moral.
Uma das áreas de debate e estudo na qual se verificou a centralidade da contribuição do pensamento de Antonio Gramsci é, de fato da educação e da pedagogia.
Alguns conceitos criados ou valorizados por Gramsci hoje são de uso corrente em várias partes do mundo. Um deles é o de cidadania. Foi ele quem trouxe à discussão pedagógica a conquista da cidadania como um objetivo da escola. Ela deveria ser orientada para o que o pensador chamou de elevação cultural das massas, ou seja, livrá-las de uma visão de mundo que, por se assentar em preconceitos e tabus, predispõe à interiorização acrítica da ideologia das classes dominantes.
Para o socialismo investigativo, produzir cultura não é difundir uma doutrina e sim desencadear nas pessoas um processo de auto-identificação histórica; por isso, a escola básica não pode ser uma escola para a profissionalização precoce e sim uma escola de cultura desinteressada: “Cultura é organização, disciplina do próprio eu interior, é tomada de posse da própria personalidade, é conquista de consciência superior, pela qual se consegue compreender seu próprio valor histórico, a função na vida, os próprios direitos e deveres” (Gramsci, 1980, p. 100).
A idéia da “escola unitária”, proposta educacional construída tendo como base o processo vivo que levou, num dos movimentos empreendidos pela burguesia para reforçar e proteger sua hegemonia, à constituição da “escola nova”, a “escola ativa”, na qual haveria maior aproximação professor-aluno e os problemas da vida “prática” (mundo do trabalho) passariam a ser firmemente considerados.
A “escola unitária” de Gramsci seria o desfecho de todo o processo de crise da velha escola — crise esta determinada pela agonia da sociedade e da cultura tradicionais, pré industriais, com o que a escola se separou da vida, tornando-se “desinteressada” demais ou “especializada” demais. A crise da escola, para Gramsci, era uma “progressiva degenerescência”: as escolas de tipo profissional, isto é, preocupadas em satisfazer interesses práticos imediatos, passavam a predominar sobre a escola formativa, imediatamente desinteressada, invertendo a estrutura que prevalecia anteriormente.
O novo tipo de escola, porém, ainda que tivesse muitos elementos progressistas, não era democrático e acabava por se realizar como um fator adicional de perpetuação e cristalização das diferenças sociais. Para destruir tal armadilha, seria necessário, nas palavras de Gramsci, “não multiplicar e hierarquizar os tipos de escola profissional, mas criar um tipo único de escola preparatória (primário-médio) que conduza o jovem até a escolha profissional, formando-o, durante este meio tempo, como pessoa capaz de pensar, de estudar, de dirigir ou de controlar quem dirige.
Referências:
EDUCAR Para crescer- Disponível em educarparacrescer.abril.com.br/Antonio-gramsci-307895.shtml Acesso em Nov.2009.
A Pedagogia de Gramsci e o Brasil – Disponível em www.acessa.com/gramsci/?id=168&page Acesso em nov. 2009
Embora Gramsci reflita com um referencial histórico da sociedade capitalista de 1920, cenário no qual as classes trabalhadoras precisavam elaborar uma consciência crítica a partir de sua realidade e de sua ação para levar avante o projeto socialista, suas reflexões continuam atuais à medida que mostram os limites da democracia burguesa e ampliam a noção de educação, colocando em questão a atividade educativa desenvolvida no âmbito da sociedade capitalista.
A luta por um novo projeto social constitui-se, para Gramsci, na gestação de um novo Estado que, atuando um novo processo de educação, poderia gerar condições de uma nova experiência de escola democrática, não mais enraizada na individualidade nem na propriedade privada, mas construída por novas relações coletivas de solidariedade e de consciência crítica, a fim de viabilizar a efetiva liberdade de cada um no conjunto da vida coletiva.
A originalidade de seu pensamento faz dele um dos grandes intelectuais do nosso tempo. E seus escritos apresentam-se hoje como uma contribuição inovadora para a compreensão da estrutura do Estado e da escola democrática.
Podemos criticar a escola realmente existente, mas temos excelentes motivos para dedicar a ela o melhor de nossos esforços e convertê-la numa causa ampla, generosa, democrática. Se soubermos partir da escola que está aí, em vez de descartá-la como sendo um projeto hegemônico das classes dominantes, se soubermos escapar definitivamente da idéia de que uma boa escola — uma escola de qualidade, democrática, de massas, universal, pública e gratuita, ou seja, só virá depois que tivermos uma boa sociedade, certamente teremos como reformar a escola.
No Brasil, antes de tudo, precisamos reformar a escola e o sistema educacional, tanto quanto precisamos de novas políticas para a educação. Estamos convencidos de que devemos dar mais espaço na escola para professores e alunos, estimular o controle democrático da escola pela comunidade, melhorar a gestão escolar, tornar a escola — e aqui particularmente a escola pública — um valor nacional, brigar para modificar o peso relativo da política educacional diante das demais políticas governamentais.
A HISTÓRIA DE ANTONIO GRAMSCI
Antonio Gramsci nasceu em Ales, na ilha da Sardenha em 22 de janeiro de 1891. Aos dois anos foi vítima de uma doença que o deixou corcunda e prejudicou seu crescimento.
Quando adulto, não media mais de 1,50 metros e sua saúde sempre foi
frágil.
Ajudou a fundar o partido comunista italiano em 1921. Foi um político,
filósofo e cientista político, comunista e anti-fascista italiano. Estudou literatura na Universidade de Turim. Tornou-se um notável jornalista.
A maior parte de suas obras foi criada na prisão e só veio a público depois de sua morte.
Ficou preso durante vinte anos e nesse período de seu encarceramento
Gramsci escreveu as Cartas do Cárcere, onde concebe as bases de seu pensamento político.
Em 1934 sua saúde estava seriamente abalada. Recebe a liberdade condicional e falece aos 46 anos.
Gramsci introduziu na Itália o marxismo investigativo contrapondo-o ao marxismo didascálico ou doutrinário.
O conceito de hegemonia é um dos pilares do pensamento gramsciano, ou seja,Hegemonia Cultural, que é o meio de manipulação do estado capitalista.
Houve uma crescente divulgação e prestígio dos textos gramscianos aos dias de hoje e que denominamos como socialismo investigativo: Gramsci, Vygotski e o Instituto de Psicologia de Moscou.
Gramsci situa a hegemonia numa disputa no nível da superestrutura, que dá sentido a duas idéias gramscianas: a idéia da sociedade política, que exerce a hegemonia através da coerção; e a idéia da sociedade civil (grupos sociais como associações, sindicatos),que formam alianças entre si em busca da hegemonia, da direção intelectual e moral.
Uma das áreas de debate e estudo na qual se verificou a centralidade da contribuição do pensamento de Antonio Gramsci é, de fato da educação e da pedagogia.
Alguns conceitos criados ou valorizados por Gramsci hoje são de uso corrente em várias partes do mundo. Um deles é o de cidadania. Foi ele quem trouxe à discussão pedagógica a conquista da cidadania como um objetivo da escola. Ela deveria ser orientada para o que o pensador chamou de elevação cultural das massas, ou seja, livrá-las de uma visão de mundo que, por se assentar em preconceitos e tabus, predispõe à interiorização acrítica da ideologia das classes dominantes.
Para o socialismo investigativo, produzir cultura não é difundir uma doutrina e sim desencadear nas pessoas um processo de auto-identificação histórica; por isso, a escola básica não pode ser uma escola para a profissionalização precoce e sim uma escola de cultura desinteressada: “Cultura é organização, disciplina do próprio eu interior, é tomada de posse da própria personalidade, é conquista de consciência superior, pela qual se consegue compreender seu próprio valor histórico, a função na vida, os próprios direitos e deveres” (Gramsci, 1980, p. 100).
A idéia da “escola unitária”, proposta educacional construída tendo como base o processo vivo que levou, num dos movimentos empreendidos pela burguesia para reforçar e proteger sua hegemonia, à constituição da “escola nova”, a “escola ativa”, na qual haveria maior aproximação professor-aluno e os problemas da vida “prática” (mundo do trabalho) passariam a ser firmemente considerados.
A “escola unitária” de Gramsci seria o desfecho de todo o processo de crise da velha escola — crise esta determinada pela agonia da sociedade e da cultura tradicionais, pré industriais, com o que a escola se separou da vida, tornando-se “desinteressada” demais ou “especializada” demais. A crise da escola, para Gramsci, era uma “progressiva degenerescência”: as escolas de tipo profissional, isto é, preocupadas em satisfazer interesses práticos imediatos, passavam a predominar sobre a escola formativa, imediatamente desinteressada, invertendo a estrutura que prevalecia anteriormente.
O novo tipo de escola, porém, ainda que tivesse muitos elementos progressistas, não era democrático e acabava por se realizar como um fator adicional de perpetuação e cristalização das diferenças sociais. Para destruir tal armadilha, seria necessário, nas palavras de Gramsci, “não multiplicar e hierarquizar os tipos de escola profissional, mas criar um tipo único de escola preparatória (primário-médio) que conduza o jovem até a escolha profissional, formando-o, durante este meio tempo, como pessoa capaz de pensar, de estudar, de dirigir ou de controlar quem dirige.
Referências:
EDUCAR Para crescer- Disponível em educarparacrescer.abril.com.br/Antonio-gramsci-307895.shtml Acesso em Nov.2009.
A Pedagogia de Gramsci e o Brasil – Disponível em www.acessa.com/gramsci/?id=168&page Acesso em nov. 2009
Atividade- Geografia dos Contos
INFORMAÇÕES SOBRE O CONTO "Por um pé de feijão" de Antonio Torres
Apesar de não ter conseguido achar muitas resenhas sobre o conto “Por um pé de feijão” de Antonio Torres, posso dizer que foi muito interessante trabalhar com este conto, principalmente por ficar sabendo o porquê de o autor tê-lo escrito.
A seguir, algumas informações adquiridas durante minhas pesquisas.
Ao enviar um e.mail para o autor, o mesmo ao respondê-lo, falou da satisfação de saber que em Irecê, a terra do feijão, alguém leu o conto “Por um pé de feijão”.
Informou-me também que não se recordava em que data foi escrito e que achava que o mais provável é que tenha sido na década de 1980.
Este conto foi escrito no Rio de Janeiro, publicado no livro Meninos, eu conto, em 1999 pela editora Record e já deve estar na 8º edição.
O autor nasceu no Junco, hoje Sátiro Dias, no sertão da Bahia. Quando era menino, vivia entre a roça e o povoado, então um distrito de Inhambupe, que em 1958 se tornou cidade. O conto foi escrito graças a uma lembrança de infância: um dia em que ele ia voltando da escola para casa e avistou um grande incêndio. Era uma montanha de feijão empilhado num pasto de um vizinho, para ser batido, que estava pegando fogo. Em casa, ouviu comentários de que o incêndio havia sido criminoso. Foi à lembrança da nuvem de fumaça indo pelos ares que levou a criar o conto. Ou seja, de real ali só teve a fumaça e o menino que a viu e que um dia iria se lembrar dela. Tudo o mais foi inventado.
Este conto foi uma espécie de descanso entre um romance e outro, alguns com temáticas urbanas, outras rurais - ou tratando da relação do homem do campo com a cidade. Dizem que seu trabalho romanesco tem certo cunho memorialístico. No conto "Por um pé de feijão" (assim como nos outros dois de "Meninos, eu conto") também.
O local em que ambientado o conto é a terra em que nasceu igual a tantas outras perdidas nos confins do tempo - e num tempo em que a cultura de subsistência prevalecia nas pequenas propriedades rurais.
Contextualizando geo histórico da produção do conto com, ou seja, com os fatos marcantes que levaram o autor a escrevê-lo, podemos observar que estas lembranças, também fazem parte da vida dos agricultores da região de Irecê,onde, demarcaram seu território em relação as plantações de feijão.E ao se referir como sendo o território, Milton Santos (2000,p96), diz:
O chão da população, isto é sua identidade, o fato e o sentimento de pertencer àquilo que nos pertence. O território é a base do trabalho, da residência, das trocas materiais e espirituais e da vida, sobre os quais ele influi.(SANTOS,2000)
Este sentimento de pertencimento, de identidade, faz parte de todos que levam a vida a plantar, esperando que haja uma boa safra, principalmente por depender das chuvas.
Sendo assim, este conto nos leva a vivenciar as cenas como se estivéssemos naquele exato momento em que o menino narra à história. Passamos a imaginar o sofrimento dele e de todos que esperavam para colher o feijão.
O cenário é semelhante quando se analisa o território Irecê, localizado no semi-árido do Estado da Bahia. As atividades econômicas da região são fortemente ligadas à agricultura que durante os anos 1980/1990 caracterizava-se pela produção de feijão.
As crises decorrentes de estiagens impactaram negativamente a lavoura, tendo como conseqüência a retirada do município do zoneamento agrícola para o feijão ainda nos anos 1990.
Os agricultores passam a explorar outras atividades, onde se destacam as culturas irrigadas, retomando-se a diversificação da atividade agrícola na região, através das olerícolas (cenoura e beterraba) e fruteira, dentre as quais, a pinha ou fruta-do-conde.
O feijão é uma cultura tradicional no município e nas décadas de 80 e 90 era responsável pela grande soma de empregos inclusive fator preponderante pelo fluxo imigratório para o Território naquela ocasião. Nos anos de 90, o feijão sofreu reduções no volume de área cultivada, na produção e no valor da produção tendo como principal causa a diminuição da oferta de crédito subsidiado, do apoio do setor público e de outras políticas agrícolas.
REFERÊNCIAS:
BA Irecê: banco de dados. Disponível em:>HTTP://www.condraf.org.br/biblioteca virtual/ep/EP BA Irece.pdf .Acesso em 27 novembro 2009.
Projeto Releituras:disponível em:>http://www.releituras.com/antoniotorres_menu.asp
Apesar de não ter conseguido achar muitas resenhas sobre o conto “Por um pé de feijão” de Antonio Torres, posso dizer que foi muito interessante trabalhar com este conto, principalmente por ficar sabendo o porquê de o autor tê-lo escrito.
A seguir, algumas informações adquiridas durante minhas pesquisas.
Ao enviar um e.mail para o autor, o mesmo ao respondê-lo, falou da satisfação de saber que em Irecê, a terra do feijão, alguém leu o conto “Por um pé de feijão”.
Informou-me também que não se recordava em que data foi escrito e que achava que o mais provável é que tenha sido na década de 1980.
Este conto foi escrito no Rio de Janeiro, publicado no livro Meninos, eu conto, em 1999 pela editora Record e já deve estar na 8º edição.
O autor nasceu no Junco, hoje Sátiro Dias, no sertão da Bahia. Quando era menino, vivia entre a roça e o povoado, então um distrito de Inhambupe, que em 1958 se tornou cidade. O conto foi escrito graças a uma lembrança de infância: um dia em que ele ia voltando da escola para casa e avistou um grande incêndio. Era uma montanha de feijão empilhado num pasto de um vizinho, para ser batido, que estava pegando fogo. Em casa, ouviu comentários de que o incêndio havia sido criminoso. Foi à lembrança da nuvem de fumaça indo pelos ares que levou a criar o conto. Ou seja, de real ali só teve a fumaça e o menino que a viu e que um dia iria se lembrar dela. Tudo o mais foi inventado.
Este conto foi uma espécie de descanso entre um romance e outro, alguns com temáticas urbanas, outras rurais - ou tratando da relação do homem do campo com a cidade. Dizem que seu trabalho romanesco tem certo cunho memorialístico. No conto "Por um pé de feijão" (assim como nos outros dois de "Meninos, eu conto") também.
O local em que ambientado o conto é a terra em que nasceu igual a tantas outras perdidas nos confins do tempo - e num tempo em que a cultura de subsistência prevalecia nas pequenas propriedades rurais.
Contextualizando geo histórico da produção do conto com, ou seja, com os fatos marcantes que levaram o autor a escrevê-lo, podemos observar que estas lembranças, também fazem parte da vida dos agricultores da região de Irecê,onde, demarcaram seu território em relação as plantações de feijão.E ao se referir como sendo o território, Milton Santos (2000,p96), diz:
O chão da população, isto é sua identidade, o fato e o sentimento de pertencer àquilo que nos pertence. O território é a base do trabalho, da residência, das trocas materiais e espirituais e da vida, sobre os quais ele influi.(SANTOS,2000)
Este sentimento de pertencimento, de identidade, faz parte de todos que levam a vida a plantar, esperando que haja uma boa safra, principalmente por depender das chuvas.
Sendo assim, este conto nos leva a vivenciar as cenas como se estivéssemos naquele exato momento em que o menino narra à história. Passamos a imaginar o sofrimento dele e de todos que esperavam para colher o feijão.
O cenário é semelhante quando se analisa o território Irecê, localizado no semi-árido do Estado da Bahia. As atividades econômicas da região são fortemente ligadas à agricultura que durante os anos 1980/1990 caracterizava-se pela produção de feijão.
As crises decorrentes de estiagens impactaram negativamente a lavoura, tendo como conseqüência a retirada do município do zoneamento agrícola para o feijão ainda nos anos 1990.
Os agricultores passam a explorar outras atividades, onde se destacam as culturas irrigadas, retomando-se a diversificação da atividade agrícola na região, através das olerícolas (cenoura e beterraba) e fruteira, dentre as quais, a pinha ou fruta-do-conde.
O feijão é uma cultura tradicional no município e nas décadas de 80 e 90 era responsável pela grande soma de empregos inclusive fator preponderante pelo fluxo imigratório para o Território naquela ocasião. Nos anos de 90, o feijão sofreu reduções no volume de área cultivada, na produção e no valor da produção tendo como principal causa a diminuição da oferta de crédito subsidiado, do apoio do setor público e de outras políticas agrícolas.
REFERÊNCIAS:
BA Irecê: banco de dados. Disponível em:>HTTP://www.condraf.org.br/biblioteca virtual/ep/EP BA Irece.pdf .Acesso em 27 novembro 2009.
Projeto Releituras:disponível em:>http://www.releituras.com/antoniotorres_menu.asp
domingo, 15 de novembro de 2009
OFICINA DE ÁUDIO
A cada encontro da Oficina de Áudio, podemos nos apropriar de várias informações as quais tínhamos conhecimento que existiam, mas que ao mesmo tempo pareciam tão distante, principalmente por pensar que só poderíamos fazer um programa de rádio se tivéssemos todos os equipamentos.
No primeiro encontro, o nosso coordenador da atividade Ariston e a nossa coordenadora Rita, mostrou-nos como a tecnologia avançou em relação aos aparelhos de áudio, através de tais aparelhos: vitrola, disco de vinil, rádio, mas que até hoje existem pessoas que não abandonam estes instrumentos.
Depois, aprendemos sobre o programa e as ferramentas que iríamos utilizar para gravação de um programa de áudio, que é o AUDACITY, e também como deviríamos proceder para salvar um arquivo, ou seja: ogg (extensão para soft livre) e way (abre em qualquer programa).
Também, aprendemos que qualquer ouvinte pode tornar-se um produtor de informação, através dos podcast, que é um sistema de produção e difusão de arquivos sonoros que guardam semelhanças com o formato dos programas de rádio.Para que isso aconteça, é necessário ter um computador doméstico equipado com microfone e sofwares de edição de som.É interessante que estes programas usem licenças do tipo “Creative Commons” (são licenças que permitem que criadores possam gerenciar diretamente os seus direitos, autorizando à coletividade alguns usos sobre sua criação e vedando outros) , mas poucos são os podcast que usam esta licença.
Das informações adquiridas, partimos para a prática, onde gravamos vinhetas, elaboramos roteiro e gravamos uma amostra de programa de áudio.
Agora eu e minha colega Eletícia teremos que elaborar um roteiro e gravar um programa de rádio com a participação de nossos alunos, que servirá também como avaliação.
Acredito que será muito divertido para nós e para nossos alunos. Quem sabe futuramente não teremos algum cantor ou locutor de rádio. E para que isso aconteça, a escola precisa fazer o que Belloni afirma:
... a escola deve integrar as tecnologias de informação e comunicação porque elas já
estão presentes e influentes em todas as esferas da vida social, cabendo à escola,
especialmente à escola pública, atuar no sentido de compensar as terríveis
desigualdades sociais e regionais que o acesso desigual a estas máquinas está
gerando.( BELLONI,2005)
Sendo assim, cabe a escola ser uma difusora de novas tecnologias, pois elas se mostram cada vez mais evidente no cotidiano das pessoas.
No primeiro encontro, o nosso coordenador da atividade Ariston e a nossa coordenadora Rita, mostrou-nos como a tecnologia avançou em relação aos aparelhos de áudio, através de tais aparelhos: vitrola, disco de vinil, rádio, mas que até hoje existem pessoas que não abandonam estes instrumentos.
Depois, aprendemos sobre o programa e as ferramentas que iríamos utilizar para gravação de um programa de áudio, que é o AUDACITY, e também como deviríamos proceder para salvar um arquivo, ou seja: ogg (extensão para soft livre) e way (abre em qualquer programa).
Também, aprendemos que qualquer ouvinte pode tornar-se um produtor de informação, através dos podcast, que é um sistema de produção e difusão de arquivos sonoros que guardam semelhanças com o formato dos programas de rádio.Para que isso aconteça, é necessário ter um computador doméstico equipado com microfone e sofwares de edição de som.É interessante que estes programas usem licenças do tipo “Creative Commons” (são licenças que permitem que criadores possam gerenciar diretamente os seus direitos, autorizando à coletividade alguns usos sobre sua criação e vedando outros) , mas poucos são os podcast que usam esta licença.
Das informações adquiridas, partimos para a prática, onde gravamos vinhetas, elaboramos roteiro e gravamos uma amostra de programa de áudio.
Agora eu e minha colega Eletícia teremos que elaborar um roteiro e gravar um programa de rádio com a participação de nossos alunos, que servirá também como avaliação.
Acredito que será muito divertido para nós e para nossos alunos. Quem sabe futuramente não teremos algum cantor ou locutor de rádio. E para que isso aconteça, a escola precisa fazer o que Belloni afirma:
... a escola deve integrar as tecnologias de informação e comunicação porque elas já
estão presentes e influentes em todas as esferas da vida social, cabendo à escola,
especialmente à escola pública, atuar no sentido de compensar as terríveis
desigualdades sociais e regionais que o acesso desigual a estas máquinas está
gerando.( BELLONI,2005)
Sendo assim, cabe a escola ser uma difusora de novas tecnologias, pois elas se mostram cada vez mais evidente no cotidiano das pessoas.
GELIT- ODISSÉIA
A história descrever a vida na casa de Ulisses durante sua ausência entremeada pelas aventuras, dificuldades e provações pelas quais, o herói passa em sua viagem de volta para casa, dez anos depois da Guerra de Tróia.
As histórias fantásticas que compõem as narrativas de Homero e da mitologia grega em geral nos colocam em contato com incríveis aventuras e apresentam não apenas o que podemos considerar como sendo imaginário ou irreal, mas indicativos dos caminhos que nos permitem conhecer um pouco da humanidade, suas crenças, seus medos e seus valores.
Seus principais personagens são:
Zeus – (segundo Homero) filho mais velho de Cronos, é Deus do céu e dos fenômenos atmosféricos. ”Deus dos Deuses” e protetor dos mendigos.
Atena – filha de Zeus e Métis, Deusa da inteligência. Toma Odisseu como seu
protegido, pois para ela ele é o mais inteligente dos homens.
Poseidon – irmão de Zeus, senhor do mar e também dos terremotos e cavalos. Odeia Odisseu, pois esse cega seu filho Polífemos(ciclope).
Calipso – ninfa do mar. Acolhe Ulisses, e quer fazer dele seu marido, chega até lhe oferecer a imortalidade em troca do matrimônio.
Alcínos – rei dos Feácios. Acolhe Ulisses é sua tripulação que o guia para Itáca.
.Telêmaco - filho de Ulisses com Penélope, revoltado pelo abuso dos pretendentes de sua mãe e guiado por Atenas, sai de Ítaca em busca de notícias de seu pai.
Portanto, através de várias dinâmicas trazidas pela professora Rúbia Margareth, conseguimos desenrolar a história, fazendo com quê a cada encontro dos nossos estudos fiquem mais interessantes e de ótimo entendimento.
Eu sempre ficava e ainda fico fascinada pelas histórias da Mitologia Grega e adoro assistir aos filmes. Sempre me imaginava fazendo parte daquele cenário, como se estivesse vivendo naquela época. Portanto, está sendo um prazer estudar um pouco destes mitos.
E o interessante é que poderemos levar para a escola, esta história fascinante, pois já está disponibilizada em uma versão de fácil compreensão para os alunos de educação infantil, mesmo que tenhamos que fazer a leitura para eles.
As histórias fantásticas que compõem as narrativas de Homero e da mitologia grega em geral nos colocam em contato com incríveis aventuras e apresentam não apenas o que podemos considerar como sendo imaginário ou irreal, mas indicativos dos caminhos que nos permitem conhecer um pouco da humanidade, suas crenças, seus medos e seus valores.
Seus principais personagens são:
Zeus – (segundo Homero) filho mais velho de Cronos, é Deus do céu e dos fenômenos atmosféricos. ”Deus dos Deuses” e protetor dos mendigos.
Atena – filha de Zeus e Métis, Deusa da inteligência. Toma Odisseu como seu
protegido, pois para ela ele é o mais inteligente dos homens.
Poseidon – irmão de Zeus, senhor do mar e também dos terremotos e cavalos. Odeia Odisseu, pois esse cega seu filho Polífemos(ciclope).
Calipso – ninfa do mar. Acolhe Ulisses, e quer fazer dele seu marido, chega até lhe oferecer a imortalidade em troca do matrimônio.
Alcínos – rei dos Feácios. Acolhe Ulisses é sua tripulação que o guia para Itáca.
.Telêmaco - filho de Ulisses com Penélope, revoltado pelo abuso dos pretendentes de sua mãe e guiado por Atenas, sai de Ítaca em busca de notícias de seu pai.
Portanto, através de várias dinâmicas trazidas pela professora Rúbia Margareth, conseguimos desenrolar a história, fazendo com quê a cada encontro dos nossos estudos fiquem mais interessantes e de ótimo entendimento.
Eu sempre ficava e ainda fico fascinada pelas histórias da Mitologia Grega e adoro assistir aos filmes. Sempre me imaginava fazendo parte daquele cenário, como se estivesse vivendo naquela época. Portanto, está sendo um prazer estudar um pouco destes mitos.
E o interessante é que poderemos levar para a escola, esta história fascinante, pois já está disponibilizada em uma versão de fácil compreensão para os alunos de educação infantil, mesmo que tenhamos que fazer a leitura para eles.
OFICINA DA PALAVRA ESCRITA
TRABALHAR COM GÊNEROS TEXTUAIS
Os Parâmetros Curriculares Nacionais- PCNs (BRASIL, 1998), afirmam que a utilização de gêneros textuais em sala de aula é de fundamental importância, pois os textos organizam-se sempre dentro de certas restrições de natureza temática, composicional e estilística, que os caracterizam como pertencentes a este ou aquele gênero.Deste modo, a noção de gênero, constitutiva do texto, precisa ser tomada como objeto de ensino.
Ao trabalhar didaticamente os gêneros textuais, o professor (a) pode estar pensando em muitas idéias. A maneira de colocar em prática tais idéias é começar um estudo estruturando o planejamento de trabalho que contemple variados gêneros em todas as séries, partindo da Educação Infantil.
Desta forma, escolhi para analisar neste trabalho, as cantigas de rodas por estar muito presente na vida diária de todas as crianças, onde possamos proporcionar situações lúdicas, falando, cantando e brincando.
A música está presente em diversas situações da vida humana e ao se trabalhar com este gênero textual, teremos suporte para atender a vários propósitos, entre eles, a formação de hábitos, atitudes e comportamentos.
A linguagem musical é excelente meio para o desenvolvimento da expressão, do equilíbrio, da auto-estima e autoconhecimento. E o professor entender e respeitar como as crianças se expressa musicalmente em cada fase, é importante para, a partir daí, fornecer os meios necessários ao desenvolvimento de sua capacidade expressiva.
A partir da escolha do gênero para se trabalhar com os alunos, tirarei preposições nas quais eles poderão aprender com este gênero textual.
O QUE AS CRIANÇAS PODEM APREDER COM ESTE GÊNERO
a) Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
b) Brincar com a música;
c) Participar de situações que integrem músicas, canções e movimentos corporais;
d) Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos;
e) Participar de brincadeiras e jogos cantados e rítmicos;
f) Desenvolver a memória musical
g) Apreciar obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas, culturas, entre outras
Para se tornar possível as aprendizagens ao se trabalhar com este gênero textual se fazem necessário, respeitar o nível de percepção e desenvolvimento das crianças em cada fase. Também priorizar a possibilidade de desenvolver a comunicação e expressão por meio desta linguagem.
Portanto, pode se escolher trabalhar com projetos ou seqüências didáticas, onde, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção, que combina música, uma melodia com poesia e a letra.
Particularmente, prefiro projetos, pois desta forma estaremos proporcionando várias aprendizagens em múltiplas áreas de conhecimento.
Esta prática diária deve partir da vontade, das dúvidas e questionamentos espontâneos dos alunos. Por isso, o educador precisa estar de ouvidos abertos para os estudantes para que as crianças se envolvam na forma e no conteúdo desde o início. Projeto é deixar as crianças pesquisarem e usar a curiosidade delas para que elas adquiram conhecimentos.
Trabalhar com projetos permite desenvolvimento de várias competências, pois permite aos alunos: discutir, avaliar, parar para pensar, iniciar, colaborar.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais- PCNs (BRASIL, 1998), afirmam que a utilização de gêneros textuais em sala de aula é de fundamental importância, pois os textos organizam-se sempre dentro de certas restrições de natureza temática, composicional e estilística, que os caracterizam como pertencentes a este ou aquele gênero.Deste modo, a noção de gênero, constitutiva do texto, precisa ser tomada como objeto de ensino.
Ao trabalhar didaticamente os gêneros textuais, o professor (a) pode estar pensando em muitas idéias. A maneira de colocar em prática tais idéias é começar um estudo estruturando o planejamento de trabalho que contemple variados gêneros em todas as séries, partindo da Educação Infantil.
Desta forma, escolhi para analisar neste trabalho, as cantigas de rodas por estar muito presente na vida diária de todas as crianças, onde possamos proporcionar situações lúdicas, falando, cantando e brincando.
A música está presente em diversas situações da vida humana e ao se trabalhar com este gênero textual, teremos suporte para atender a vários propósitos, entre eles, a formação de hábitos, atitudes e comportamentos.
A linguagem musical é excelente meio para o desenvolvimento da expressão, do equilíbrio, da auto-estima e autoconhecimento. E o professor entender e respeitar como as crianças se expressa musicalmente em cada fase, é importante para, a partir daí, fornecer os meios necessários ao desenvolvimento de sua capacidade expressiva.
A partir da escolha do gênero para se trabalhar com os alunos, tirarei preposições nas quais eles poderão aprender com este gênero textual.
O QUE AS CRIANÇAS PODEM APREDER COM ESTE GÊNERO
a) Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
b) Brincar com a música;
c) Participar de situações que integrem músicas, canções e movimentos corporais;
d) Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos;
e) Participar de brincadeiras e jogos cantados e rítmicos;
f) Desenvolver a memória musical
g) Apreciar obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas, culturas, entre outras
Para se tornar possível as aprendizagens ao se trabalhar com este gênero textual se fazem necessário, respeitar o nível de percepção e desenvolvimento das crianças em cada fase. Também priorizar a possibilidade de desenvolver a comunicação e expressão por meio desta linguagem.
Portanto, pode se escolher trabalhar com projetos ou seqüências didáticas, onde, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção, que combina música, uma melodia com poesia e a letra.
Particularmente, prefiro projetos, pois desta forma estaremos proporcionando várias aprendizagens em múltiplas áreas de conhecimento.
Esta prática diária deve partir da vontade, das dúvidas e questionamentos espontâneos dos alunos. Por isso, o educador precisa estar de ouvidos abertos para os estudantes para que as crianças se envolvam na forma e no conteúdo desde o início. Projeto é deixar as crianças pesquisarem e usar a curiosidade delas para que elas adquiram conhecimentos.
Trabalhar com projetos permite desenvolvimento de várias competências, pois permite aos alunos: discutir, avaliar, parar para pensar, iniciar, colaborar.
ATIVIDADE DE ALFABETIZAÇÃO
Na atividade de Alfabetização II,aprendemos sobre as propriedades da leitura.Havia equívocos, onde acreditávamos que existia hipóteses de leitura, mas, a professora Giovana fez-nos compreender que existia as propriedades da leitura, que são elas: propriedades quantitativas (quando a criança não tem o valor sonoro) e qualitativas (quando a criança já tem o valor sonoro).
E baseado nestas explicações, tivemos que realizar uma atividade com os alunos do grupo cinco da professora Gilvaneide Carvalho da Escola Municipal Nossa Infância, onde, através de fichas com nomes de alguns alunos, teríamos que fazer algumas intervenções para que os alunos que estavam tanto com valor sonoro ou sem valor sonoro, pudessem avançar em relação à leitura.
Para mim foi muito desafiadora esta atividade, principalmente por não está na sala de aula, mas por outro lado, facilitou porque já conhecia os alunos.
Realizei a atividade com os alunos que estavam sem valor sonoro. Não houve muita dificuldade porque eles já conheciam os nomes dos colegas que estavam na ficha. Apesar de que haviam nomes parecidos e uma aluna confundiu os nomes e a partir daí pude fazer intervenções nas quais ela pode descobrir de quem se tratava.
Poder realizar atividades com os nossos alunos na escola a qual trabalhamos, foi muito gratificante, pois já estava fascinada pelo desenvolvimento de muitos deles em relação à escrita e a leitura, onde alguns dos que estão no grupo cinco já estão silábicos alfabéticos e no final do ano provavelmente estarão alfabéticos.
Também, ao realizar esta atividade, podemos favorecer a participação em algumas práticas de linguagem e proporcionar o avanço da compreensão do sistema de escrita.
E baseado nestas explicações, tivemos que realizar uma atividade com os alunos do grupo cinco da professora Gilvaneide Carvalho da Escola Municipal Nossa Infância, onde, através de fichas com nomes de alguns alunos, teríamos que fazer algumas intervenções para que os alunos que estavam tanto com valor sonoro ou sem valor sonoro, pudessem avançar em relação à leitura.
Para mim foi muito desafiadora esta atividade, principalmente por não está na sala de aula, mas por outro lado, facilitou porque já conhecia os alunos.
Realizei a atividade com os alunos que estavam sem valor sonoro. Não houve muita dificuldade porque eles já conheciam os nomes dos colegas que estavam na ficha. Apesar de que haviam nomes parecidos e uma aluna confundiu os nomes e a partir daí pude fazer intervenções nas quais ela pode descobrir de quem se tratava.
Poder realizar atividades com os nossos alunos na escola a qual trabalhamos, foi muito gratificante, pois já estava fascinada pelo desenvolvimento de muitos deles em relação à escrita e a leitura, onde alguns dos que estão no grupo cinco já estão silábicos alfabéticos e no final do ano provavelmente estarão alfabéticos.
Também, ao realizar esta atividade, podemos favorecer a participação em algumas práticas de linguagem e proporcionar o avanço da compreensão do sistema de escrita.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O PAPEL EDUCATIVO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
"A escola precisa repensar urgentemente a sua relação com os Meios de Comunicação, deixando de ignorá-los ou considerá-los inimigos. A escola também não pode pensar em imitá-los, porque nos Meios predomina a função lúdica, de entretenimento, não a de organização da compreensão do mundo e das atitudes."
José Manuel Moran
Quando se fala sobre educação, pensamos logo que ela se dá tão somente através dos conteúdos trabalhados na escola ou através da educação proporcionada pela família. Mas sabemos que ela vai além destes dois pilares.
Levar os alunos a ter acesso á vários conhecimentos, inclui também trazer para escolas os meios de comunicações, com objetivos educacionais, através de uma proposta de intervenção pedagógica, onde possa proporcionar a integração do aluno a estes meios. Para tanto, é necessário pesquisar para poder intervir e propor estratégias que transformem e modifiquem as metodologias educativas para aproveitar as novas tecnologias.
Entende-se que a tecnologia é necessária, que é também através dela que a informação está na escola, que ela oferece possibilidades de desenvoltura comunicativa e agilidade cognitiva. É preciso, antes de tudo, que se leve em consideração um projeto educativo, procurando saber o que é possível fazer para responder às necessidades dos alunos. Também, saber o que se tem de modificar na escola, no processo educativo, para realmente se fazer uma educação relevante.
Qualquer meio de comunicação que se traga para a escola, há necessidade de se discutir com os alunos e deixar claro quais as intenções com esses programas e também procurar maneiras mais criativas de interação com as linguagens, pois já sabemos que estamos na era da educação tecnológica.
Pode-se afirmar que comunicação e educação constituem-se em um campo de atividade e de reflexão, sendo assim, devemos procurar integrar a cultura midiática no espaço educativo, desenvolvendo nos alunos habilidades para utilizar os instrumentos dessa cultura. Deixar de trabalhar apenas com os conteúdos curriculares e usar outras linguagens.
José Manuel Moran
Quando se fala sobre educação, pensamos logo que ela se dá tão somente através dos conteúdos trabalhados na escola ou através da educação proporcionada pela família. Mas sabemos que ela vai além destes dois pilares.
Levar os alunos a ter acesso á vários conhecimentos, inclui também trazer para escolas os meios de comunicações, com objetivos educacionais, através de uma proposta de intervenção pedagógica, onde possa proporcionar a integração do aluno a estes meios. Para tanto, é necessário pesquisar para poder intervir e propor estratégias que transformem e modifiquem as metodologias educativas para aproveitar as novas tecnologias.
Entende-se que a tecnologia é necessária, que é também através dela que a informação está na escola, que ela oferece possibilidades de desenvoltura comunicativa e agilidade cognitiva. É preciso, antes de tudo, que se leve em consideração um projeto educativo, procurando saber o que é possível fazer para responder às necessidades dos alunos. Também, saber o que se tem de modificar na escola, no processo educativo, para realmente se fazer uma educação relevante.
Qualquer meio de comunicação que se traga para a escola, há necessidade de se discutir com os alunos e deixar claro quais as intenções com esses programas e também procurar maneiras mais criativas de interação com as linguagens, pois já sabemos que estamos na era da educação tecnológica.
Pode-se afirmar que comunicação e educação constituem-se em um campo de atividade e de reflexão, sendo assim, devemos procurar integrar a cultura midiática no espaço educativo, desenvolvendo nos alunos habilidades para utilizar os instrumentos dessa cultura. Deixar de trabalhar apenas com os conteúdos curriculares e usar outras linguagens.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O TREM DA VIDA
“Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina na mão...”.
A medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho... Porque pensa que não é importante.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas.
Pesa demais...
Então você pode escolher:
Ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil.
Pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem.
Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora, e vendo o que tem dentro...
Amizade...
Amor...
Amizade...
Amor...
Amor...
Amizade...
Nossa!Tem bastante, e curioso... Não pesa nada!
Mas tem algo pesado...
Você faz força para tirar...
É a raiva, como ela pesa.
Ai você começa a tirar, tirar, e aparecem à incompreensão, o medo, o pessimismo...
Nesse momento, o desânimo quase te leva para dentro da mala...
Mas você puxa-o para fora com toda a força,
e aparece um sorriso, que estava sufocada no fundo de sua bagagem...
Pula para fora outro sorriso e mais outro, e ai saem à felicidade...
Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a tristeza...
Agora, você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante...
Procure então o resto:
Força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bem humor...
Tira a preocupação também, e deixa de lado. Depois você pensa o que fazer com ela... Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa bem o que você vai colocar lá dentro!
Agora é com você...
E não se esqueça de fazer isso mais vezes...
Pois o caminho é Muito, muito longo.
A medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho... Porque pensa que não é importante.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas.
Pesa demais...
Então você pode escolher:
Ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil.
Pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem.
Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora, e vendo o que tem dentro...
Amizade...
Amor...
Amizade...
Amor...
Amor...
Amizade...
Nossa!Tem bastante, e curioso... Não pesa nada!
Mas tem algo pesado...
Você faz força para tirar...
É a raiva, como ela pesa.
Ai você começa a tirar, tirar, e aparecem à incompreensão, o medo, o pessimismo...
Nesse momento, o desânimo quase te leva para dentro da mala...
Mas você puxa-o para fora com toda a força,
e aparece um sorriso, que estava sufocada no fundo de sua bagagem...
Pula para fora outro sorriso e mais outro, e ai saem à felicidade...
Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a tristeza...
Agora, você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante...
Procure então o resto:
Força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bem humor...
Tira a preocupação também, e deixa de lado. Depois você pensa o que fazer com ela... Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa bem o que você vai colocar lá dentro!
Agora é com você...
E não se esqueça de fazer isso mais vezes...
Pois o caminho é Muito, muito longo.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
SEMINÁRI0 DE ABERTURA DO CICLO III
CICLO III
Quem diria, estamos participando de mais um Seminário de Abertura e desta vez, do Ciclo III! Ou seja, metade do curso, como enfatizou nossa coordenadora Andréia.
E como não poderia ser diferente, fomos recebidos com mais novidades. Desta vez, ornamentaram os espaços de forma bem criativa. O chão estava repleto de frases com fragmentos de músicas e na parede, um desenho de uma árvore com a seguinte pergunta: “Onde você se encontra neste curso?”. Teríamos que colocar nossos nomes no local no qual achávamos que nos encontrávamos no curso.
Eu vi o desenho de uma tábua no meio do tronco e coloquei meu nome neste lugar, porque ao refletir sobre minha atuação no ciclo anterior a qual minha participação não foi suficiente (por vários motivos), achei que estaria não na corda bamba, mas na tábua bamba. Por outro lado, vejo-me mais confiante, onde estou compreendendo mais os objetivos do projeto UFBA-Irecê.
Bom, depois de refletir um pouco sobre minha posição no curso, deu-se início ao seminário.
Primeiro realizaram um dinâmica do Transcinema, ou seja, imagens refletidas nos corpos (caleidosvirtus).
Ficamos sabendo que o primeiro lugar a ser utilizado este método foi em Nova York, segundo a cidade de Tapiramutá e agora em Irecê. Muito legal esta dinâmica.
Em seguida, ouvimos a palestra da professora Roseli Sá sobre A Pedagogia ao longo do tempo, trazendo alguns marcos da Educação, sob diversos enfoques, a produção de teorias pedagógicas e sua ressonância na concretude dos processos educativos, onde deixa claro que todas as pessoas que fazem pedagogia deveriam se aprofundar nestes estudos.
Sei dizer, que muitos cursista (inclusive eu), não queriam pegar esta atividade no Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC), por achar muito complicado o entendimento dos assuntos.
Logo após, partimos para a degustação das atividades, de forma bem dinâmica e interessante, onde teríamos que descobrir através de sons, imagens, do tato e outros métodos, do que se tratavam cada atividade.
E desta forma, partimos para a escolha das atividades as quais resolvemos desenvolver durante o ciclo.
Adorei saber, que desta vez nos ofereceram atividades voltadas para Educação Infantil e Educação Especial. Duas áreas ao qual me identifico muito.
Com as atividades escolhidas, sei que muito trabalho teremos para frente. Mas também sei que valerá apena.
Quem diria, estamos participando de mais um Seminário de Abertura e desta vez, do Ciclo III! Ou seja, metade do curso, como enfatizou nossa coordenadora Andréia.
E como não poderia ser diferente, fomos recebidos com mais novidades. Desta vez, ornamentaram os espaços de forma bem criativa. O chão estava repleto de frases com fragmentos de músicas e na parede, um desenho de uma árvore com a seguinte pergunta: “Onde você se encontra neste curso?”. Teríamos que colocar nossos nomes no local no qual achávamos que nos encontrávamos no curso.
Eu vi o desenho de uma tábua no meio do tronco e coloquei meu nome neste lugar, porque ao refletir sobre minha atuação no ciclo anterior a qual minha participação não foi suficiente (por vários motivos), achei que estaria não na corda bamba, mas na tábua bamba. Por outro lado, vejo-me mais confiante, onde estou compreendendo mais os objetivos do projeto UFBA-Irecê.
Bom, depois de refletir um pouco sobre minha posição no curso, deu-se início ao seminário.
Primeiro realizaram um dinâmica do Transcinema, ou seja, imagens refletidas nos corpos (caleidosvirtus).
Ficamos sabendo que o primeiro lugar a ser utilizado este método foi em Nova York, segundo a cidade de Tapiramutá e agora em Irecê. Muito legal esta dinâmica.
Em seguida, ouvimos a palestra da professora Roseli Sá sobre A Pedagogia ao longo do tempo, trazendo alguns marcos da Educação, sob diversos enfoques, a produção de teorias pedagógicas e sua ressonância na concretude dos processos educativos, onde deixa claro que todas as pessoas que fazem pedagogia deveriam se aprofundar nestes estudos.
Sei dizer, que muitos cursista (inclusive eu), não queriam pegar esta atividade no Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC), por achar muito complicado o entendimento dos assuntos.
Logo após, partimos para a degustação das atividades, de forma bem dinâmica e interessante, onde teríamos que descobrir através de sons, imagens, do tato e outros métodos, do que se tratavam cada atividade.
E desta forma, partimos para a escolha das atividades as quais resolvemos desenvolver durante o ciclo.
Adorei saber, que desta vez nos ofereceram atividades voltadas para Educação Infantil e Educação Especial. Duas áreas ao qual me identifico muito.
Com as atividades escolhidas, sei que muito trabalho teremos para frente. Mas também sei que valerá apena.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
SEMINÁRIO DE ENCERRAMENTO CICLO II
O dia estava marcado:10 e 11 julho de 2009. Enormes expectativas faziam parte da vida de cada cursista.A incerteza em relação as notas das atividades, as apresentações dos grupos de Orientação, GELIt Produção livre. Sem falar no memorial e no diário de ciclo que tínhamos entregue para avaliação.
Chegamos no dia e hora marcada. Não sabíamos o que iríamos encontrar, como seria organizado este seminário de encerramento do ciclo.
Grande foi nossa surpresa, ao nos depararmos com um cenário digno de qualquer artista de cinema. A coordenadora do curso Andréia e sua equipe da secretaria acadêmica deram um show na ornamentação e na organização.
Neste dia, teríamos que fazer a avaliação do ciclo, principalmente refletirmos sobre a nossa prática pedagógica, relacionada com as atividades realizadas durante o ciclo.
A professora Inês Carvalho, fez uma dinâmica do caleidoscópio, onde teríamos que observar-lo procurando ver as diferenças de cada um. Sei que desta dinâmica, surgiram várias idéias nas quais o caleidoscópio nos proporciona, principalmente quando fazemos um paralelo com nossas vidas. As peças se misturam e formam sempre imagens diferentes.
E dando continuidade a programação,fizemos apresentações dos contos trabalhados nos nossos enontros do GELIT. Cada cursista escolheu um conto e contamos de forma mais natural e de bom entendimento para todos(as) que puderam assistir nossas apresentações.Os contos foram os seguintes: Tangerine Girl(Rita Cássia), Gato, gato, gato( Zé Nildo), Por um pé de feijão(Marileide), O homem nú (Gildete), Felicidade Clandestina(Rosa Amélia),Baleia( Maria Leide), O Peru de Natal(Núbianeide) e o de Jalcineide(não recordo o nome, mas vou procurar saber).
A noite como foi prometido, houve uma noite de gala, onde cada cursista e convidados aproveitaram para brilharem em seus trajes de gala. Logo após,assistimos aos vídeos produzido por cada grupo da atividade Oficina de Imagem da professora Maria Helena Bonilla, Ariston, Rita e a turma do Ponto de Cultura.
Cada vídeo tinha uma característica particular. O nosso grupo composto pelas professoras Dulcenalva,Gisélia e eu, fizemos um programa de jornalismo, com o tema Soft Livre em Irecê. Nele entrevistamos o gerente da Empresa Baiana de Saneamento Básico (EMBASA) Carlos Ribeiro, onde, informou-nos que é um usuário fiel e conhecedor dos softs livres e que nesta empresas fazem também usos deste softs.
Mas o vídeo que mais chamou-me a atenção foi o do tema Gripe Suína. Uma comédia de fazer qualquer um chorar e tanto rir.
Sei dizer, que cada cursista mostrou seu talento, tanto como ator(atriz), como produtores de vídeo.
O importante de tudo isso, é que em cada encerramento de ciclo, nos surpreendemos muito com tudo que foi produzido durante cada atividade.
E para completar, fomos convidados para participar do Seminário de Abertura do Ciclo II da turma de Tapiramutá. Lá vamos nós mostrar nossos talentos, mesmo com um friozinho na barriga. E que venha o ciclo III.
Chegamos no dia e hora marcada. Não sabíamos o que iríamos encontrar, como seria organizado este seminário de encerramento do ciclo.
Grande foi nossa surpresa, ao nos depararmos com um cenário digno de qualquer artista de cinema. A coordenadora do curso Andréia e sua equipe da secretaria acadêmica deram um show na ornamentação e na organização.
Neste dia, teríamos que fazer a avaliação do ciclo, principalmente refletirmos sobre a nossa prática pedagógica, relacionada com as atividades realizadas durante o ciclo.
A professora Inês Carvalho, fez uma dinâmica do caleidoscópio, onde teríamos que observar-lo procurando ver as diferenças de cada um. Sei que desta dinâmica, surgiram várias idéias nas quais o caleidoscópio nos proporciona, principalmente quando fazemos um paralelo com nossas vidas. As peças se misturam e formam sempre imagens diferentes.
E dando continuidade a programação,fizemos apresentações dos contos trabalhados nos nossos enontros do GELIT. Cada cursista escolheu um conto e contamos de forma mais natural e de bom entendimento para todos(as) que puderam assistir nossas apresentações.Os contos foram os seguintes: Tangerine Girl(Rita Cássia), Gato, gato, gato( Zé Nildo), Por um pé de feijão(Marileide), O homem nú (Gildete), Felicidade Clandestina(Rosa Amélia),Baleia( Maria Leide), O Peru de Natal(Núbianeide) e o de Jalcineide(não recordo o nome, mas vou procurar saber).
A noite como foi prometido, houve uma noite de gala, onde cada cursista e convidados aproveitaram para brilharem em seus trajes de gala. Logo após,assistimos aos vídeos produzido por cada grupo da atividade Oficina de Imagem da professora Maria Helena Bonilla, Ariston, Rita e a turma do Ponto de Cultura.
Cada vídeo tinha uma característica particular. O nosso grupo composto pelas professoras Dulcenalva,Gisélia e eu, fizemos um programa de jornalismo, com o tema Soft Livre em Irecê. Nele entrevistamos o gerente da Empresa Baiana de Saneamento Básico (EMBASA) Carlos Ribeiro, onde, informou-nos que é um usuário fiel e conhecedor dos softs livres e que nesta empresas fazem também usos deste softs.
Mas o vídeo que mais chamou-me a atenção foi o do tema Gripe Suína. Uma comédia de fazer qualquer um chorar e tanto rir.
Sei dizer, que cada cursista mostrou seu talento, tanto como ator(atriz), como produtores de vídeo.
O importante de tudo isso, é que em cada encerramento de ciclo, nos surpreendemos muito com tudo que foi produzido durante cada atividade.
E para completar, fomos convidados para participar do Seminário de Abertura do Ciclo II da turma de Tapiramutá. Lá vamos nós mostrar nossos talentos, mesmo com um friozinho na barriga. E que venha o ciclo III.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
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